quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

O navio vai partir. Encontre sua cabine!

Vamos embarcar no navio (e parem de achar q é barco do amor, cruzeiro gay ou qq coisa parecida).
Logo de início, uma surpresa: a tripulação corre de um lado para o outro e todos seperfilam. Simpático, não? A gente realmente se sente bem-vindo a bordo com todo este aparato... Você disfarça um pouco, se ambienta, vai até a amurada, dá um adeusinho, procura entrar no clima, enfim. Além do mais, você não é exatamente um marinheiro de primeira viagem. Já esteve num daqueles passeio de escuna em Salvador, é veteraníssimo da travessia de balsa em Ilhabela e tem um amigo que tem uma lancha de não sei quantos pés, na qual você fez um passeio fantástico por Angra dos Reis - deixemos de lado seus problemas com o sol, nesta ultima oportunidade; afinal, esquecer uma coisa tão pequena como um fraco de protetor solar é detalhe que pode acontecer com qualquer um.

De qualquer maneira, todas são experiências válidas - que o diga o sundown FPS 96 Extra que você tem consigo agora e só trazem bons presságios. O tempo está firme, o mar calmo - em que pese ainda estarmos no porto, o ar marinho é revigorante, mesmo temperado a óleo diesel. Estamos prontos para partir, não estamos? É melhor você se acomodar, é só pedir a ajuda deste marinheiro simpático para se localizar e... ORA VEJAM! Ele respeitosamente pede que você o acompanhe. Você o segue e ele o leva sao e salvo até a ponte de comando e lhe pergunta: "Para onde vamos, comandante?"

Pois é. Nesta viagem, seu lugar não é na primeira classe, na segunda ou na terceira. é na ponte de comando, tocando o barco, ou dentro de uma bote salva-vidas que voc~e, disfarçadamente, lançou ao mar, em direção a qualquer lugar, desde que bem longe daquele navio. Conhecedores que somo de sua audácia e ousadia, digna dos grandes navegantes do passado, meu amigo, não temos dúvida de que voc~e, assim que recobrou os sentidos preparou-se para assumir sua posição e largar amarras.

De fato, qualquer trabalho que envolva público interno, é fundamentalmente orientado pela comunicação. O melhor programa de integração, o envolvimento mais profundo e duradouro, o programa que realmente cria uma empatia entre organização e colaborador, é necessariamente baseado em comunicação.

Na verdade, é aqui que as questões básicas começam: O que a organização espera do colaborador? O que este espera da organização? Como harmonizar estas duas expectativas?

Vamos conversar um pouco mais detalhadamente a respeito destas perguntas em outros posts. O que, no entanto, quero deixar claro é a necessidade de participação e liderança do profissional de comunicação neste processo de integração. não importa se, técnica ou politicamente, a coordenação vai caber ao profissional de recursos humanos, a um comite de comunicação interna, a um consultor externo, O que importa, realmente, é que mesmo as melhores e mais bem fundamentadas iniciativas de relacionamento com o público interno pode se transformar em meras intenções ou até problemas, se não contarem com um programa estruturado de comunicação. E é aqui que você entra. Não basta saber o que comunicar, mas como fazêlo Orientar estre processo, portanto, é característica substancial do trabalho.



Continua...

4 comentários:

  1. Não daria pra ficar seperfilando o tempo todo...


    R.P.

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  2. aiai... o botão do espaço não funcionou...

    LETRAS.

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  3. amei o "seperfilando" e o "em que pese".
    ^^

    Só juro que não entendi a relação com o navio. E reafirmo... odeio relações públicas.

    ^^

    =***

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  4. Eita, tem meme da Cris para você.
    Se não entendeu nada vai la no meu blog que vai entender.

    ;)

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